Apneia do sono: segurança rodoviária

Apneia do sono: A doença que levou Lucinda a adormecer três vezes ao volante

Lucinda Mesquita, 65 anos, sofre de síndrome de apneia obstrutiva do sono (SAOS), uma condição caracterizada por paragens respiratórias. Estas paragens repetiam-se várias vezes ao longo da noite e que originam diminuição dos níveis de oxigénio no sangue.

Este sintoma representa um dos principais fatores de risco para acidentes de viação. Estima-se que a sonolência diurna seja responsável por 10 a 30% de todos os acidentes de viação. Além disso, são também a principal causa de acidentes fatais. Doentes como Lucinda, mas que não estejam diagnosticados e tratados, têm três vezes mais probabilidade de ter um acidente de viação.

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A telemonitorização como auxiliar ao tratamento da IC

É estimado que existam cerca de 400 mil doentes com IC em Portugal, com uma taxa de 4% de prevalência. Como afirma a coordenadora do programa, esta prevalência gera custos elevados, em termos de hospitalizações e consultas, para enumerar algumas.

Além disso, ainda que possa afetar todos os grupos populacionais, a IC é mais comum entre as camadas mais idosas, sendo a causa mais comum de internamento após os 65 anos.

“A telemonitorização pode ser útil em termos de grande vigilância do doente, para evitar descompensações, impedir que o doente seja rehospitalizado, ou mesmo hospitalizado pela primeira vez, e até diminuir a mortalidade”, começa por explicar a Prof. Doutora Dulce Brito. E acrescenta ainda “os efeitos positivos da vigilância conferida pela telemonitorização dependem “dos tipos de insuficiência cardíaca”.

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cansaço

Ressonar, acordar cansado, adormecer em qualquer lugar. A privação do sono é grave

A privação do sono e suas perturbações podem ter consequências graves. Os sinais normalmente são detetados pelos parceiros. Ressonar, paragens respiratórias durante o sono, engasgamentos ou sono agitado com vários despertares. Sono pouco repousante, cansaço ou fadiga, alterações na atenção e concentração, dores de cabeça ao acordar e levantar.

Susana Sousa, pneumologista , refere que “a sonolência diurna excessiva e a diminuição da atenção podem alterar a produtividade e aumentar os erros ou acidentes laborais.” “A sonolência durante a condução é também causa frequente de acidentes de viação. Frequentemente as doenças do sono atingem o casal e a própria família.

A ansiedade e depressão são verificadas, muitas vezes, nos parceiros, causadas por consecutivas noites sem qualidade de sono, pelo ruído causado pelo ressonar ou pelas pausas respiratórias durante a noite. A irritabilidade e o isolamento social levam frequentemente ao conflito e é responsável por muitas separações”, sublinha a especialista.

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lavar as mãos

Principais recomendações para se proteger do novo Coronavírus

As pessoas com doenças respiratórias crónicas podem ter o sistema imunitário mais debilitado e ser mais suscetíveis a apanhar vírus, pelo que nesta altura em que o novo Coronavírus é uma preocupação e ameaça à saúde, os cuidados devem ser redobrados, especialmente por quem tem doenças crónicas.

Eis algumas medidas de etiqueta respiratória e de higiene que ajudam a prevenir a infeção por COVID-19 (o novo coronavírus). Estas medidas devem ser adotadas por todos:

Etiqueta respiratória:

  • Tapar o nariz e boca quando espirrar ou tossir;
  • Utilizar um lenço de papel ou o braço para espirrar ou tossir, nunca as mãos;
  • Deitar o lenço de papel no lixo após uma utilização;
  • Lavar as mãos sempre que se assoar, espirrar ou tossir.

Reforçar as medidas de higiene:

  • Lavar frequentemente as mãos com água e sabão ou com uma solução de base alcoólica;
  • Evitar contacto próximo com doentes com sintomas de infeções respiratórias.

É importante referir que não está indicado o uso de máscara para proteção individual, exceto nas seguintes situações:

  • Pessoas com sintomas de infeção respiratória (tosse ou espirro);
  • Suspeitos de infeção por COVID-19;
  • Pessoas que prestem cuidados a suspeitos de infeção por COVID-19.

As pessoas infetadas podem apresentar sinais e sintomas de infeção respiratória aguda como febre, tosse e dificuldade respiratória. Em casos mais graves pode levar a pneumonia grave com insuficiência respiratória aguda, falência renal e de outros órgãos e eventual morte.

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Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS): Conheça a doença que afeta 1 milhão de portugueses

A Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS), frequentemente denominada de Apneia do Sono, consiste numa obstrução ao nível das vias aéreas superiores (VAS) durante o sono, podendo ser parcial (dando origem ao ressonar) ou total (provocando uma paragem respiratória – apneia – que pode durar vários segundos ou mesmo minutos, dependendo da gravidade, e originar micro-despertares). É uma situação séria, potencialmente fatal e que afeta cerca de 1 milhão de portugueses. 

Estas paragens respiratórias ou apneias diminuem os níveis de oxigénio e aumentam os de dióxido de carbono no sangue, dado que não existe passagem de ar para os pulmões. Esta situação alerta o centro respiratório, localizado no cérebro, para retomar a respiração, provocando um despertar. 

Os micro-despertares frequentes, embora necessários para retomar a respiração normal, levam a que o indivíduo não tenha um sono profundo e reparador, o que condiciona uma sonolência excessiva durante o dia (hiperssonolência diurna – HSD). 

A sonolência excessiva durante o dia é uma causa frequente de acidentes de viação e de trabalho, provocando, também, alterações de memória e de relacionamento familiar e social.  

Felizmente, assim que é feito o diagnóstico de SAOS, de forma completamente indolor, é possível iniciar o tratamento, também indolor, através do CPAP, elimina a ocorrência de apneias, elimina os sintomas de da SAOS e reduz significativamente os riscos associados a esta patologia. 

Sintomas e Sinais  

À noite 

∙ Ronco, por vezes com alta sonoridade, sendo audível nos quartos adjacentes 

∙ Apneias presenciadas, na maior parte das vezes, pelo parceiro/a 

∙ Asfixia noturna, muitas vezes associada a um despertar 

∙ Urinar com frequência durante a noite (mais de duas vezes, por noite) 

∙ Transpiração excessiva durante o sono 

Durante o dia 

∙ Hiperssonolência diurna 

∙ Fadiga 

∙ Secura da boca matinal 

∙ Dificuldades de concentração 

∙ Alterações de humor e irritabilidade 

Fatores de risco:

Excesso de peso e obesidade; hipotiroidismo; tabagismo; história familiar de SAOS.  

Diagnóstico 

O diagnóstico de SAOS é feito por um médico especializado no tratamento de doenças do sono. Um estudo do sono completo (polissonografia) ou mais simples (poligrafia cardio-respiratória), determinará a presença (ou não) de SAOS. Os estudos do sono registam e avaliam uma variedade de funções do nosso organismo e parâmetros fisiológicos durante o sono, tais como: o fluxo de ar que entra e sai do nariz e da boca durante o sono, os níveis de oxigénio no sangue, a frequência cardíaca, a frequência e o esforço respiratório, a atividade elétrica do cérebro, o movimentos dos olhos, etc. O número de paragens respiratórias que ocorrem durante a noite determina a gravidade da doença. Quando o estudo apresenta mais de trinta paragens por hora é considerado como um nível grave de SAOS. 

Tratamento 

O tratamento de eleição consiste na pressão positiva, através de um gerador de fluxo, de ar comummente denominado de CPAP* que proporciona uma pressão constante nas vias aéreas superiores, ou auto-CPAP (difere no modo como entrega a pressão selecionando automaticamente a pressão ideal para vencer a obstrução das vias aéreas superiores). Esta pressão é fornecida através de uma máscara colocada no rosto durante o sono, que força a entrada de ar nas vias aéreas superiores impedindo a obstrução e permitindo que a respiração se faça normalmente, sem paragens. Os episódios obstrutivos só regressando quando o dispositivo não é usado. 

Nos casos de menor gravidade, poderão ainda ser consideradas outras intervenções terapêuticas, como: Tratamento Comportamental, para gerar a perda de peso e/ou incidir sobre a terapia posicional, para que o doente duram numa posição que não desencadeia os eventos respiratórios anormais; Próteses Bucais, para aumentar a área da via área superior através do avanço da mandíbula que provoca; Cirurgia, para os doentes que apresentem uma SAOS ligeira, com uma obstrução anatómica identificada e que pode ser corrigida cirurgicamente.  

Cancro do pulmão - exames

Metade da população sabe pouco sobre tratamentos para cancro do pulmão

No dia Internacional da Luta Contra o Cancro foi divulgado o estudo “A perceção dos portugueses sobre cancro do pulmão”. O principal objetivo deste projeto foi aferir perceções, comportamentos e atitudes da população portuguesa em diferentes áreas relativas a este tumor.

O inquérito conclui que “quanto menor o grau de instrução dos inquiridos, maior o seu desconhecimento sobre as opções terapêuticas”. Como resultado, 12% dos inquiridos com graus de instrução mais elevados referiu a Imunoterapia”. Já 68,5% apontaram a quimioterapia, 44,8% a radioterapia e 18,2% a cirurgia.

Além disso, 43% dos inquiridos considera o cancro do pulmão mais grave do que a generalidade dos outros tumores.

Este é um novo projeto que reúne várias entidades, entre as quais, a Liga Portuguesa Contra o Cancro, a Pulmonale, o Grupo de Estudos para o Cancro do Pulmão, a Sociedade Portuguesa de Pneumologia e a AstraZeneca.

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12 resoluções para Respirar Melhor no ano novo

As doenças respiratórias são desde 2015 a 3ª causa de morte, sendo responsáveis pela morte de 37 pessoas todos os dias. Muitos casos podem ser preveníeis através da adoção de um estilo de vida saudável e de pequenos gestos que podem proteger a saúde respiratória e/ou desacelerar a evolução de doenças respiratórias já existentes.

O ano novo é uma ótima oportunidade para abraçar novos desafios e aproveitar para adotar um estilo de vida mais saudável. E porque não fazer resoluções de ano novo para Respirar Melhor? Eis 12 atitudes que podem fazer a diferença na sua saúde respiratória:

1 – Deixar de fumar. Ficar longe do fumo do tabaco é fundamental se deseja ter uma saúde respiratória plena. Segundo o Institute of Health Metrics and Evaluation, em 2016, em Portugal morreram 11.800 pessoas por doenças relacionadas com o tabaco, o que corresponde à morte de uma pessoa a cada 50 minutos. Se é fumador e quer deixar de fumar deve procurar ajuda profissional e evitar frequentar locais com exposição ao fumo.

2 – Vacinar contra a Gripe. De acordo com os dados mais recentes do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias (ONDR), a gripe foi responsável por 123 mortes em 2016, 0,1% do total da mortalidade. A vacina da gripe é muito importante, especialmente para a população idosa, com cardiopatias, diabetes e/ou doenças oncológicas.

3 – Beber mais água. O organismo pouco hidratado fica mais suscetível a doenças. A função mucociliar, que é um mecanismo de autolimpeza da mucosa nasal, precisa de hidratação para conseguir remover as partículas inaladas e potencialmente agressivas para o trato respiratório.

4 – Fazer uma alimentação saudável. Um corpo bem nutrido é um corpo mais saudável e menos exposto a vírus e bactérias potencialmente adversos para os sistemas respiratório e imunológico.

5 – Praticar exercício físico. A prática de exercício físico pode constituir um importante contributo para o aparelho respiratório. Manter o corpo em movimento aumenta a oxigenação do sangue, fundamental para o bom funcionamento do sistema respiratório.

6 – Manter a casa livre de alergénios. As vassouras, espanadores e até alguns aspiradores podem ser o inimigo número um para quem sofre de doenças respiratórias. As partículas que eles levantam são altamente irritantes para o sistema respiratório e podem ficar suspensas no ar por até 48 horas. O ideal é limpar tudo com panos húmidos, que agregam as partículas e não permitem que elas se espalhem pelo ar.

7 – Lavar bem a roupa na mudança das estações. Quando as roupas ficam guardadas por muito tempo, acabam por acumular partículas e ácaros que podem prejudicar o sistema respiratório, causando problemas como rinite e asma. A cada estação, deve lavar a roupa e deixá-la estendida ao sol por algumas horas antes de a vestir.

8 – Ter atenção ao Sono. Dormir 8 horas é essencial para repor as energias e contribui para a saúde e o bem-estar geral. Além de ter bons hábitos de sono, deve estar atento ao ressonar, que indica que não está a respirar pelo nariz e que algo pode estar errado. Se o problema persistir, deve procurar a ajuda de um médico especialista de forma detetar a origem do problema.

9 – Evitar mudanças bruscas de temperatura. As variações de temperatura aumentam a possibilidade de inflamação dos brônquios e secam as mucosas que protegem as vias respiratórias deixando-as mais vulneráveis. Estas mudanças bruscas podem, por isso, desencadear agravamentos  de asma, rinite, sinusite e bronquite.

10 – Fazer a manutenção do ar condicionado. O ar condicionado proporciona conforto térmico no entanto, pode hospedar bactérias responsáveis por infeções e doenças respiratórias. A manutenção periódica do ar condicionado, além de aumentar a durabilidade do aparelho, contribui para prevenir potenciais crises respiratórias.

11 – Ventilar bem o carro enquanto viaja. Especialmente se estiver com outras pessoas no carro e com as janelas fechadas, acione o modo de circulação de ar. Nessas ocasiões há uma grande possibilidade de que vírus e bactérias se espalhem no ar.

12 – Tratar da saúde. Faça visitas regulares ao seu médico assistente, mesmo quando não tem sintomas. As consultas regulares de check-up são importantes para identificar eventuais problemas ainda antes de haver sintomas.

Na ocorrência de alguma crise, dirija-se prontamente à urgência ou ao médico especialista. Nas primeiras 48h os vírus e as bactérias estão em plena replicação e os medicamentos têm uma maior taxa de sucesso.

Ressona à noite?

Ressona à noite? Pode estar a ter paragens respiratórias enquanto dorme

Cerca de 20% das mulheres e quase 50% dos homens com mais de 40 anos sofre de Síndroma da Apneia Obstrutiva do Sono, ou seja, têm vários episódios em que deixam de respiram durante a noite. Muitos não fazem ideia.

Mais de 80% das pessoas que têm obstruções respiratórias durante o sono não sabem o que lhes acontece à noite e, por isso, não estão a ser tratadas. O problema, designado Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) provoca sonolência e fadiga e pode estar associada a doenças crónicas como a hipertensão arterial e a diabetes tipo 2.

Ao fim de anos sem ser diagnosticada, o síndrome pode ser uma das principais causas dos cerca de 34 mil acidentes de viação que provocaram 501 mortos em 2017. O médico pneumologista Gustavo Reis, do Hospital Cuf de Santarém, explica à SÁBADO os sintomas da doença e os tratamentos disponíveis. 

Saiba mais aqui.

Doenças respiratórias matam mais no Inverno. Saiba como se proteger

Como estamos a viver a estação mais fria e chuvosa do ano, com ela surgem mais complicações no que toca aos problemas respiratórios. Gripes, asmas, rinites alérgicas, doença pulmonar obstrutiva crónica – DPOC – e pneumonias não são para brincadeiras.

“Em Portugal, as doenças respiratórias continuam a constituir um problema relevante, o que aliás
acontece no resto do mundo.” Quem o diz é António Carvalheira Santos, chefe do Serviço de Pneumologia do Hospital Pulido Valente.

O especialista acrescenta ainda que dentro de cinco anos, “estima-se que elas sejam responsáveis por cerca de 12 milhões de mortes anuais”. De acordo com o especialista, “mais de cem milhões de europeus
sofrem, atualmente, de doença respiratória crónica. Um dado alarmante se pensarmos nas elevadas taxas de mortalidade e incapacidade que a patologia provoca.”

Entre as doenças respiratórias que mais afetam os portugueses encontram-se a DPOC, a asma brônquica, as neoplasias pulmonares, ou as pneumonias.

“A asma e a DPOC atingem mais de 1,5 milhões de portugueses, causando um sofrimento considerável, perturbando e implicando pesados custos diretos e indiretos”, aponta o responsável, ao acrescentar ainda que a prevenção é mais fulcral com a chegada do frio. “É um facto que as doenças respiratórias são mais frequentes no inverno, havendo um aumento da mortalidade por estas doenças nesse período do ano.”

Pode ler o artigo na íntegra em https://bit.ly/34tFPRh.

Programa de Reabilitação Respiratória vence a 1.ª edição do Prémio Luísa Soares Branco

Programa de Reabilitação Respiratória de Proximidade (PRRP) desenvolvido pelo Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Algarve III – Sotavento foi o grande vencedor do 1º Prémio Luísa Soares Branco, uma iniciativa da Associação Respira e da Linde Saúde.

Com objetivo melhorar o controlo e gestão da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) e das respetivas comorbilidades, promover a adesão à terapêutica, a autogestão da doença, diminuir as exacerbações, reduzir o número e/ou a duração dos internamentos e a utilização de recursos de saúde,  o Projeto desenvolvido pelo Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Algarve III – Sotavento mostrou-se eficaz e eficiente, registando uma melhoria na saúde e qualidade de vida dos doentes com DPOC que usufruíram do programa.

No âmbito do Prémio Luísa Soares Branco, a Respira e a Linde atribuiram ainda uma Menção Honrosa ao Laboratório de Investigação e Reabilitação Respiratória (RR) – Lab3R – da Universidade de Aveiro, que se dedicou a realizar programas de Reabilitação Respiratória comunitários, partilhar com a comunidade o conhecimento adquirido no Lab3R, aumentar a literacia em saúde no âmbito  das Doenças Respiratórias Crónicas e a disseminação da Reabilitação Respiratória, bem como publicações e apresentações científicas nesta área.

Este prémio, cujo evento de atribuição contou com a presença de associados e profissionais de saúde, distinguindo as instituições que se destacaram na prestação de serviços e cuidados de saúde a doentes respiratórios crónicos, em especial a pessoas com Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC).

O Prémio Luísa Soares Branco resulta de uma parceria entre a Respira – Associação Portuguesa de Pessoas com DPOC e outras Doenças Respiratórias Crónicas e a Linde Saúde, empresa líder de mercado mundial nos cuidados respiratórios no domicílio, é de âmbito nacional (incluindo as Regiões Autónomas) e terá uma periodicidade bienal.

Para ler a notícia na íntegra consulte: https://bit.ly/2D2mLxf