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A telemonitorização no tratamento do doente com SAOS durante a pandemia

A síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS) é um distúrbio respiratório comum, frequentemente não reconhecido e, embora não existam estudos epidemiológicos em Portugal, e segundo o Plano Nacional para as Doenças Respiratórias, estima-se que a prevalência da SAOS na população portuguesa (adultos) seja cerca de 20%.

Clinicamente caracteriza-se por episódios recorrentes de cessação total (apneias) ou parcial (hipopneias) do fluxo aéreo oronasal – ou seja, paragens involuntárias na respiração durante o sono – provocada por um colapso (obstrução) da via aérea superior durante o sono.

A Linde Saúde está a implementar o Projecto LISA® eSleep em vários hospitais do país, tendo como principal objectivo contribuir para a melhoria do processo de acompanhamento terapêutico dos doentes com SAOS. O LISA® eSleep assenta em três eixos fundamentais: tecnologia de dados, equipas de profissionais de saúde dedicadas e alinhamento do processo de acompanhamento do doente desde o hospital, cuidados de saúde primários aos cuidados respiratórios domiciliários.

Um artigo de opinião de João Tiago Pereira, Product & Business Development Manager Linde Saúde. Veja mais aqui.

A telemonitorização como auxiliar ao tratamento da IC

É estimado que existam cerca de 400 mil doentes com IC em Portugal, com uma taxa de 4% de prevalência. Como afirma a coordenadora do programa, esta prevalência gera custos elevados, em termos de hospitalizações e consultas, para enumerar algumas.

Além disso, ainda que possa afetar todos os grupos populacionais, a IC é mais comum entre as camadas mais idosas, sendo a causa mais comum de internamento após os 65 anos.

“A telemonitorização pode ser útil em termos de grande vigilância do doente, para evitar descompensações, impedir que o doente seja rehospitalizado, ou mesmo hospitalizado pela primeira vez, e até diminuir a mortalidade”, começa por explicar a Prof. Doutora Dulce Brito. E acrescenta ainda “os efeitos positivos da vigilância conferida pela telemonitorização dependem “dos tipos de insuficiência cardíaca”.

Saiba mais sobre a telemonitorização aqui.